A planilha de orçamento feita com a regra antiga erra o líquido da família todo mês de 2026. Esta extensão mede o erro em reais, com a tabela do INSS 2026 e o redutor da Lei 15.270/2025.
| Líquido da casa por mês — regra de 2026 | — | R$ |
|---|---|---|
| Líquido que a planilha antiga mostra | — | R$ |
| Erro da planilha por mês | — | R$ |
| Erro acumulado nos meses projetados | — | R$ |
| IRRF da casa por mês — com o redutor de 2026 | — | R$ |
| IRRF da casa por mês — sem o redutor | — | R$ |
| INSS da casa por mês — tabela 2026 | — | R$ |
| Sobra da casa por mês com a regra de 2026 | — | R$ |
Exporta o cálculo completo em .csv para colar na planilha da família e guarda a data da próxima revisão para avisar no navegador quando as faixas de janeiro mudarem.
Um único pagamento, uma chave de licença para esta ferramenta. A chave aparece logo após o pagamento.
Sem preço tabelado para consulta contábil de pessoa física (ASSCON, Resolução 03/2026); o erro medido na casa do exemplo é R$ 2.165,04 em 12 meses.
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Números reais desta ferramenta, linha por linha.
Um casal de Curitiba com salários de R$ 6.200 e R$ 3.400 e dois dependentes está errando R$ 180,42 por mês na própria planilha de orçamento familiar — R$ 2.165,04 nos doze meses de 2026. O dinheiro existe e já está na conta deles. O que não existe é a linha certa na planilha.
A causa é uma regra nova. A Lei 15.270/2025 entrou em vigor em 1º de janeiro de 2026 e mudou o Imposto de Renda Retido na Fonte em dois pontos. Quem tem rendimento tributável mensal de até R$ 5.000,00 ficou isento. Quem está entre R$ 5.000,01 e R$ 7.350,00 não ficou isento, mas ganhou um redutor decrescente: R$ 978,62 menos 0,133145 vezes o rendimento tributável. Acima de R$ 7.350,00 não há redutor e vale a tabela progressiva de sempre.
É esse redutor que quebra a planilha. A tabela progressiva mensal continua a mesma — isento até R$ 2.428,80 de base, depois 7,5% com parcela a deduzir de R$ 182,16, 15% com R$ 394,16, 22,5% com R$ 675,49 e 27,5% com R$ 908,73 — e o desconto simplificado continua em R$ 607,20, com R$ 189,59 por dependente. A fórmula do redutor não está em nenhuma das cinco linhas. Ela entra depois, sobre o imposto já calculado, e só para quem está naquela faixa estreita de R$ 2.350 de largura.
Veja o casal de Curitiba linha por linha. A pessoa 1 ganha R$ 6.200. O INSS de 2026 é progressivo em quatro faixas — 7,5% até R$ 1.621,00, 9% até R$ 2.902,84, 12% até R$ 4.354,27 e 14% até o teto de R$ 8.475,55 — e desconta R$ 669,51. Com os dois dependentes, a dedução legal de R$ 1.048,69 supera o simplificado, a base fica em R$ 5.151,31 e a tabela cobra R$ 507,88. Em 2026 entra o redutor: R$ 978,62 menos 0,133145 vezes R$ 6.200 dá R$ 153,12, e o imposto cai para R$ 354,76. A pessoa 2 ganha R$ 3.400, usa o desconto simplificado, tinha base de R$ 2.792,80 e pagava R$ 27,30 — e agora, abaixo de R$ 5.000, não paga nada. O líquido da casa sai de R$ 8.098,71 para R$ 8.279,13.
O erro não é sempre pequeno. Um casal de Recife com R$ 5.000 e R$ 4.200 e um dependente cruza os dois salários para baixo da linha de isenção de uma vez: a planilha antiga cobrava R$ 438,77 por mês, e o valor certo é zero — R$ 5.265,24 em doze meses. Uma casa de renda única de R$ 6.200 com dois dependentes erra R$ 153,12 por mês, R$ 1.837,44 no ano. Já um casal com R$ 9.000 e R$ 7.200 quase não sente: só o segundo salário pega o redutor, e o erro cai para R$ 19,97 por mês. Três casas, a mesma lei, três respostas diferentes — é por isso que ler a notícia não substitui calcular.
O caminho fácil não funciona aqui. As calculadoras gratuitas de salário líquido e os modelos de linguagem treinados antes de novembro de 2025 devolvem a tabela sem o redutor. O número sai redondo, plausível, com as cinco faixas certas — e errado. Como o cálculo se repete todo mês, o erro também se repete: doze vezes no ano, em cada linha da planilha que depende do líquido.
A extensão faz exatamente esse cálculo no navegador. São sete entradas — os dois salários brutos, os dependentes, outras deduções legais, os gastos fixos da casa, quantos meses de 2026 projetar e a data da próxima revisão — e oito saídas: o líquido de 2026, o líquido que a planilha antiga mostra, o erro por mês, o erro acumulado, o IRRF com e sem o redutor, o INSS da casa e a sobra depois dos gastos fixos.
O cálculo inteiro é gratuito, sem chave, sem marca d'água e sem limite de uso. A versão completa acrescenta duas coisas de outro tipo: levar o resultado embora em .csv para colar na planilha da família e guardar a data da próxima revisão, porque as faixas do INSS e o salário mínimo mudam todo mês de janeiro e o cálculo de 2026 vence.
Ela pega os dois salários brutos da casa, desconta o INSS progressivo de 2026 (7,5% a 14% até o teto de R$ 8.475,55) e calcula o IRRF com o redutor da Lei 15.270/2025. Depois roda o mesmo salário sem o redutor e mostra, em reais, quanto a planilha de orçamento feita com a regra antiga erra por mês e no período.
Para casais e famílias brasileiras com carteira assinada que mantêm uma planilha de orçamento doméstico. Quem tem salário entre R$ 5.000,01 e R$ 7.350,00 é quem mais precisa: nessa faixa a Lei 15.270/2025 não isenta, aplica um redutor decrescente de R$ 978,62 menos 0,133145 vezes o rendimento, que nenhuma planilha simples calcula.
As calculadoras gratuitas de salário líquido e os modelos de linguagem treinados antes de novembro de 2025 devolvem a tabela sem o redutor da Lei 15.270/2025, sancionada naquele mês e em vigor desde 1º de janeiro de 2026. O número sai plausível e errado, e o erro se repete em todos os doze meses da planilha.
O cálculo inteiro é grátis, sem chave, sem marca d'água e sem limite de uso: os oito resultados da casa aparecem na hora, tanto na extensão quanto na página web. A versão completa de $60 acrescenta a exportação em .csv para colar na planilha da família e o alerta na data da próxima revisão do orçamento.
A Tabela Referencial de Honorários Contábeis da ASSCON, Resolução 03/2026, mantém os honorários em livre negociação, então não há preço tabelado para uma consulta de pessoa física. O que dá para medir é o erro: na casa do exemplo ele é de R$ 180,42 por mês e R$ 2.165,04 em doze meses, contra $60 uma vez.
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