Auditor IBS/CBS para NF-e — NT 2025.002

A rejeição por falta de IBS/CBS foi suspensa em 31/07/2026: sua NF-e é autorizada mesmo errada. Este auditor lê o XML no editor e aponta o que a SEFAZ deixou passar.

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Grátis para o arquivo aberto no editor: sem chave, sem limite. A varredura do workspace e o relatório pedem uma chave.

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npx @readystack/auditor-ibs-cbs-nfe <file>
npx @readystack/auditor-ibs-cbs-nfe --mcp

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Audita todos os XMLs do workspace de uma vez, exporta o laudo em CSV/JSON/HTML e devolve saída JSON para o CI.

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Assinaturas de apoio à Reforma Tributária para times fiscais partem de R$ 147/mês; esta licença é paga uma única vez.

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Cinco linhas que a SEFAZ autoriza errado

Cinco linhas deste XML de NF-e passam na SEFAZ e continuam irregulares — desenvolvedores e times de ERP no Brasil.

Laudo real do arquivo aberto no editor, antes de qualquer explicação:

LinhaOcorrência
5cClassTrib 000000 é um valor de rascunho, não existe na tabela oficial — ela começa em 000001
6Vírgula decimal em campo numérico: o XML da NF-e usa ponto como separador
7Alíquota de IBS estadual fora do previsto para 2026 — pIBSUF deve ser 0,1%
9Alíquota de CBS fora do previsto para 2026 — pCBS deve ser 0,9%
14Grupo <gIBSCBS/> vazio — autorizado pela SEFAZ, irregular perante a lei

Cinco ocorrências. E a SEFAZ autorizou esse documento sem reclamar de nenhuma.

O aviso que você perdeu

Até julho, o retorno da SEFAZ era o seu teste automatizado. Se o grupo IBS/CBS estivesse errado, a nota voltava e você corrigia. Isso acabou. O Ato Técnico Conjunto CGIBS/RFB nº 1, de 31 de julho de 2026, suspendeu as regras de validação: documentos fiscais não são mais rejeitados pela ausência dos campos de CBS e IBS. Oito códigos de rejeição ficaram inativos.

O que não caiu foi a obrigação. O Ato Conjunto RFB/CGIBS nº 4, de 30 de julho de 2026, manteve a exigência de emitir com os campos de IBS/CBS a partir de 3 de agosto de 2026, num escalonamento que vai até 1º de janeiro de 2027. Caiu a rejeição técnica, não a obrigação legal.

O efeito prático é o pior tipo de falha: silenciosa. Seu XML é autorizado com o grupo <gIBSCBS/> vazio. O protocolo volta com sucesso. O log fica limpo. E o documento segue fora da norma. Nenhum alerta, nenhuma fila de erro, nada para o time descobrir na segunda-feira.

Os erros são de valor, não de estrutura

Em 2026 as alíquotas-teste são fixas: pIBSUF deve ser 0,1% e pCBS deve ser 0,9%. A parcela municipal é zero neste ano, por força do art. 343 da LC nº 214/2025 — mas a tag gIBSMun continua obrigatória, e omiti-la porque a alíquota é nula é um dos erros estruturais mais comuns.

O cClassTrib tem exatamente seis dígitos e a tabela oficial começa em 000001, então o 000000 que ficou do rascunho não existe. E benefício fiscal se declara no grupo de redução, nunca zerando a alíquota-base como se fazia no ICMS.

Repare no que as cinco linhas do laudo têm em comum: nenhuma delas quebra o schema. Todas passam. São exatamente o tipo de erro que só aparecia no retorno da SEFAZ — e o retorno da SEFAZ parou de falar.

Precisa de um teste seu

O Auditor IBS/CBS para NF-e roda dentro do VS Code, offline, sobre o arquivo aberto, e aplica 11 regras da NT 2025.002. Mostra a linha, o motivo e a correção. O documento fiscal não sai da sua máquina: nada é enviado para nenhum servidor, o que o validador oficial em página web não permite.

Auditar um arquivo é gratuito e não tem marca d'água nem limite de uso. Quando o problema deixa de ser um arquivo e passa a ser o lote inteiro, a licença varre o workspace, exporta o laudo em CSV, JSON ou HTML e devolve saída para o CI quebrar o build antes do deploy.

15 segundos — o que ela faz de verdade

Perguntas frequentes

O que este auditor faz de verdade?

Ele lê o XML da sua NF-e ou NFC-e dentro do VS Code e aplica 11 regras da NT 2025.002 ao grupo IBS/CBS. Para cada ocorrência mostra a linha exata, o motivo em português e a correção pronta. Roda offline, sem enviar o documento fiscal para nenhum servidor.

Para quem é?

Para desenvolvedores e times de ERP no Brasil que geram NF-e ou NFC-e por código e precisam cumprir a NT 2025.002. É útil para quem serializa o XML na mão, para quem mantém integração fiscal legada e para o analista fiscal que revisa o XML antes de subir para produção.

Por que o validador oficial gratuito não resolve?

O validador da SVRS é uma página web que recebe um arquivo por vez e exige subir documento fiscal com CNPJ e valores do cliente. Ele não abre dentro do editor, não varre um projeto com milhares de XMLs e não entra no pipeline de CI para quebrar o build antes do deploy.

O que é gratuito e o que exige licença?

Gratuito: auditar por completo o XML aberto, ou só a seleção, reabrir o laudo e listar as regras. Sem marca d'água e sem limite de uso. A licença abre outro eixo: varrer o workspace inteiro de uma vez, exportar o laudo em CSV, JSON ou HTML e gerar saída para o CI.

Quanto custa comparado a contratar isso?

A licença é $29, paga uma única vez. Assinaturas de apoio à Reforma Tributária para times fiscais partem de R$ 147 por mês, cobrados de novo todo mês. Revisar XML item a item na mão custa horas de analista a cada lote.

Por que não perguntar ao ChatGPT ou a outra IA?

Um chat de IA genérico responde com dados de treino com data de corte, não lê o seu repositório e não indica a versão da norma. NF-e XML Lint (BR) - IBS/CBS NT 2025.002 Reforma Tributária verifica o arquivo aberto com 11 regras de um conjunto datado de 2026-09-20 e aponta a linha exata com a correção. Para uma declaração, uma auditoria ou um cliente você precisa desse resultado datado nos seus próprios arquivos.

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