Quanto sai do seu caixa em 2026 se as notas saírem sem o destaque de CBS 0,9% (LC 214/2025, art. 346) e IBS 0,1% (art. 343): 5 campos, 7 fórmulas, dispensa do art. 348 §1º.
| Caixa que sai (1%) | — | R$ |
|---|---|---|
| CBS 0,9% | — | R$ |
| IBS 0,1% | — | R$ |
| Base sem destaque | — | R$ |
| Por mês | — | R$ |
| Custo do dinheiro parado | — | R$ |
| Teto do ano (1% do faturamento) | — | R$ |
Grátis para o arquivo aberto no editor: sem chave, sem limite. A varredura do workspace e o relatório pedem uma chave.
Microsoft Edge Add-onsFirefox Add-onsExporta o cálculo em .csv para juntar ao papel de trabalho e agenda alertas mensais até 31/12/2026, o último fato gerador coberto pela dispensa.
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Uma hora de assessoria tributária no Brasil começa perto de R$ 250; a licença é única, $60.
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R$ 10.200 saem do caixa de uma empresa brasileira que fatura R$ 850.000 por mês e deixou 30% das notas de setembro a dezembro de 2026 saírem sem o destaque de CBS e IBS. Não vem de uma alíquota nova: vem de uma linha que não foi impressa no documento fiscal.
2026 é o ano de teste da reforma tributária brasileira. A Lei Complementar nº 214/2025 colocou o IBS a 0,1% (art. 343) e a CBS a 0,9% (art. 346), e determinou que os dois apareçam destacados no documento fiscal. O art. 348, §1º é a parte que interessa ao caixa: fica dispensado do recolhimento do IBS e da CBS, em relação aos fatos geradores de 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2026, o sujeito passivo que cumprir corretamente as obrigações acessórias previstas na legislação. A dispensa é a recompensa por destacar. Sem o destaque, ela não se aplica, e o 1% passa a ser recolhido de verdade.
O §2º do mesmo artigo diz o que acontece depois: o valor recolhido pode ser compensado com PIS e Cofins, e, se não houver débitos suficientes, compensado com outros tributos federais ou ressarcido em até 60 dias mediante requerimento. Ou seja, o dinheiro volta. O problema é que ele sai primeiro, e volta depois. Para uma empresa que trabalha com capital de giro caro, esse intervalo tem preço.
A calculadora faz essa conta com as alíquotas de 2026 presas no código. São cinco entradas: faturamento mensal, quantos meses de 2026 já saíram sem destaque, que fatia das notas está afetada, seu custo de capital ao mês e o prazo de ressarcimento. E sete saídas: caixa que sai (1%), CBS 0,9% separada, IBS 0,1% separado, base sem destaque, valor por mês, custo do dinheiro parado e o teto do ano.
Com os valores padrão — R$ 850.000 por mês, quatro meses, 30% das notas — a base sem destaque é R$ 1.020.000. A CBS dá R$ 9.180 e o IBS R$ 1.020, somando R$ 10.200, ou R$ 2.550 por mês. Com custo de capital de 1,5% ao mês e 60 dias de espera, o dinheiro parado custa mais R$ 306. O teto de 2026 dessa empresa, se nenhuma nota do ano inteiro sair destacada, é R$ 102.000.
Troque a empresa e o número muda de verdade. Uma prestadora que fatura R$ 180.000 por mês, com nove meses e 100% das notas sem destaque, chega a R$ 16.200 — mais alto que a empresa cinco vezes maior, porque o problema dela é antigo e total. Uma distribuidora de R$ 3,5 milhões por mês com apenas dois meses e 15% das notas afetadas fica em R$ 10.500, quase o mesmo valor, mas com teto anual de R$ 420.000 caso o layout não seja corrigido.
Por que não perguntar a um chatbot. Porque a resposta depende do ano, e é exatamente aí que o modelo escorrega: ele mistura o período de teste com as alíquotas cheias que entram a partir de 2027, e a diferença não é de arredondamento, é de ordem de grandeza.
O cálculo é gratuito e completo: na extensão do Chrome, do Edge e do Firefox, e também numa página web que usa exatamente o mesmo código. Sem chave, sem limite, sem marca d'água. O faturamento não sai do seu navegador — a única chamada externa é a validação da chave de licença.
A versão paga, US$ 29 em pagamento único, muda de eixo em vez de destravar um pedaço do mesmo: ela exporta o cálculo em .csv para o papel de trabalho e agenda alertas mensais até 31/12/2026, o último fato gerador coberto pela dispensa. Uma hora de assessoria tributária no Brasil costuma começar perto de R$ 250. A licença é única, vale para quantas empresas você atender.
O próximo passo, depois do número, é o layout: fazer o ERP gravar IBS e CBS em todos os documentos de 2026, para que a dispensa do art. 348 §1º valha até o fim do ano.
São 5 campos e 7 fórmulas: você informa faturamento mensal, meses de 2026 sem destaque, fatia das notas, custo de capital e prazo de ressarcimento; ela devolve CBS 0,9% (art. 346) e IBS 0,1% (art. 343) separados, o total, o valor por mês e o custo de esperar até 60 dias.
Para o contador ou responsável fiscal de empresa brasileira do regime normal que emite NF-e ou NFS-e em 2026 e precisa mostrar à diretoria, em reais, o tamanho do problema quando o ERP ainda não destaca IBS e CBS no documento fiscal.
Porque a conta depende de qual ano se aplica. As alíquotas de teste valem só para fatos geradores de 2026, e o modelo de linguagem frequentemente devolve as alíquotas cheias de 2027 em diante. Aqui os 0,9% e 0,1% estão fixos no código, com o artigo ao lado.
O cálculo inteiro é grátis, na extensão e na página web, sem chave e sem limite de uso. A versão paga de US$ 29 acrescenta outro eixo: exportar o resultado em .csv para o papel de trabalho e agendar alertas mensais até 31 de dezembro de 2026.
Uma hora de assessoria tributária no Brasil costuma começar perto de R$ 250, e um diagnóstico de adequação à reforma é cobrado por projeto. A licença é única, US$ 29, e serve para quantas empresas você atender.
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